quarta-feira, 12 de junho de 2013

Breve história do Mosteiro de São Pedro de Ferreira - Penafiel - Rota do Românico Vale do Sousa

É mais um dos monumentos da Rota do Românico do Vale do Sousa.

A origem da igreja do Mosteiro de São Pedro de Ferreira remonta ao século X, tendo por base a referência que lhe é feita no testamento de Mumadona Dias, datado de 959.
 
O templo atualmente existente começa a ser construído em 1182, podendo identificar-se elementos de uma primeira igreja românica que terá sido construída entre finais do século XI e inícios do século XII.
O Mosteiro pertenceu à Ordem dos Cónegos Regrantes no século XIII, entre 1258 e 1293. Esta Ordem veio a extinguir-se no século XV, passando, nessa altura, o Mosteiro para a posse do Bispado do Porto.

Coordenadas GPS » N 41º 15' 53.34'' ,W 8º 20' 37.66''

domingo, 2 de junho de 2013

Mosteiro de S. Pedro de Ferreira - Torre Sineira

Mosteiro de S. Pedro de Ferreira - Torre Sineira-http://fotosefactos.blogspot.com

Mosteiro de S. Pedro de Ferreira - visão lateral

Mosteiro de S. Pedro de Ferreira - visão lateral-http://fotosefactos.blogspot.com

Mosteiro de S. Pedro de Ferreira - visão frontal

Mosteiro de S. Pedro de Ferreira - visão frontal-http://fotosefactos.blogspot.com

A forca de Louredo - Penafiel

A forca de Louredo - Penafiel-http://fotosefactos.blogspot.com
Situada no Lugar do Facho, perto do Pelourinho, a Forca é um conjunto que assenta sobre quatro degraus e um plinto, composto por dois fustes que se sobrepõe encimados por uma pirâmide truncada. Alvo de muitas conjecturas, ainda hoje nada se sabe de concreto dos fins para que terá sido construído, pelo que continua a interessar os investigadores e a povoar o imaginário do povo

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Breve história do Mosteiro da Batalha



Em 14 de agosto de 1385, o rei D. João I trava a batalha de Aljubarrota, que assegurou a independência de Portugal e o proclamou rei.

O Mosteiro de Santa Maria da Vitória, também designado Mosteiro da Batalha, resulta da promessa que D. João I fez à Virgem Maria após a vitória naquela batalha.


Pensa-se que o início da construção do mosteiro se deu um ou dois anos após a batalha, tendo-se prolongado por mais de 150 anos.

D. João I doou-o à ordem de S. Domingos, tendo estado na posse dos dominicanos até à extinção das ordens religiosas em 1834.

O primeiro arquiteto foi Afonso Domingues, a quem se deve a traça geral do monumento, tendo estado a gerir a obra até à sua morte em 1402, altura em que é substituído por Huguet, com quem já trabalhava nos últimos anos de vida.

Seguiram-se-lhes vários mestres e arquitetos como Fernão de Évora, Mateus Fernandes e Miguel de Arruda, que foram dando diferentes formas ao mosteiro, influenciados não só pelas suas características pessoais, mas também pela maior ou menor disponibilidade financeira, imposta pelos diversos reinados por que passou a sua construção.

Como curiosidade, refira-se que desta imponente edificação fazia ainda parte um terceiro claustro construído no reinado de D. João III. Foi incendiado pelas tropas francesas em 1810 e acabou por ser totalmente demolido no séc. XIX, durante uma das remodelações do mosteiro. A pedra remanescente foi usada na construção da Ponte da Boutaca, próxima do mosteiro.

Coordenadas GPS » N 39º 39' 32.82'' ,W 8º 49' 33.57''

Mosteiro da Batalha - Estátua de D. Nuno Álvares Pereira


Mosteiro da Batalha - Gárgula


 

Mosteiro da Batalha - Pormenores


Mosteiro da Batalha - Pormenores das Capelas Inacabadas


Mosteiro da Batalha - Capelas Inacabadas - Pormenores


Mosteiro da Batalha - Capelas Inacabadas


Mosteiro da Batalha - Claustros


Mosteiro da Batalha - Sombras d'água


Mosteiro da Batalha - Fontanário


Mosteiro da Batalha - Claustros


Mosteiro da batalha - Abóbada


As curvas do Marão


Epifania no Douro



Os sinuosos sucalcos do Douro


A elevação do vinho


quarta-feira, 29 de maio de 2013

Mosteiro de Cête - Fachada


O Mosteiro de São Pedro de Cête é um exemplar da arquitetura religiosa, românica e gótica estando o séc. X referenciado como data da sua fundação. Pertence à Rota do Românico do Vale do Sousa.


Mosteiro de Cête - Claustros


Mosteiro de Cête


Portugal rural - Monte Mosinho


Ruínas do Castro de Monte Mozinho


Breve história do Mosteiro do Salvador de Paço de Sousa




Trata-se de um mosteiro beneditino. Num testamento do abade Randulfo, datado de 997 é referido pela primeira vez a existência do mosteiro.

Na fundação do Mosteiro estão Trutesendo Galindes e sua mulher Anímia. Estes seguiram os costumes monásticos peninsulares e adotaram a Regra de São Bento, entre 1085 e 1087.

 


Em 1088, existe uma grande doação de bens móveis e imóveis à igreja do Salvador através de testamento de Egas Ermiges e de sua mulher Gontinha Eriz, que assim procuravam a salvação das suas almas.

Esta igreja foi então a base do mosteiro que teria sido erguido no séc XIII.

O mosteiro viria a ser doado pelo conde D. Henrique à família Ribadouro, uma das mais importantes do Entre-Douro-e-Minho, e da qual provém Egas Moniz que, segundo se consta, terá fundado este Mosteiro.

Aliás, terá Egas Moniz, e posteriormente a sua viúva, D. Teresa Afonso, fundado diversos mosteiros desta região. As suas propriedades expandiam-se por Cinfães, Lamego, Armamar, Castro Daire, Vila Nova de Paiva e Moimenta da Beira.

Mais tarde, os filhos acabam por dispersar as propriedades e deslocado o centro da família para fora da região.

No entanto, Egas Moniz e seus filhos encontram-se sepultados neste mosteiro, embora não no seu lugar original. Uma das capelas, a do Corporal, foi demolida obrigando à transladação dos túmulos para dentro da capela-mor da igreja.

Os documentos da transladação referem que o túmulo de Egas Moniz já havia sido mexido antes. O túmulo continha apenas os braços, as pernas e parte da cabeça, bem como os ferros das armas e da bainha da espada. Pela descrição do Frei Leão de S. Tomás, cronista da Ordem, os ossos encontrados no interior do túmulo correspondiam a um homem de grande estatura.

Em 1927, um incendio destrói parcialmente o mosteiro, tendo sido nesse mesmo ano  alvo de obras de restauro que se prolongaram durante um década.




Coordenadas GPS » N 41º 9' 56.72'' ,W 8º 20' 40.79''

Mosteiro do Salvador de Paço de Sousa - Claustros


Mosteiro do Salvador de Paço de Sousa - Fontanário


Mosteiro do Salvador de Paço de Sousa


Ponte de Cepeda - Paredes

A ponte datada do séc. IV, sobre o rio Sousa, está integrada no caminho denominado "Estrada Real", no troço compreendido entre Paredes e Penafiel. A ponte é constituída por um só arco de cantaria. O tabuleiro possui uma largura máxima de pouco mais de 3 m. O pavimento é coberto de lajes. À entrada da ponte, na margem esquerda, a montante, encontra-se um "banco" encaixado entre as guardas, que servira em tempos para a cobranças de portagens.